Aussies vermelhos resultam de alelo vermelho homozigótico e podem variar seu tom e sombreamento consideravelmente. Assim como os vermelhos merle, a cor do corpo de um vermelho monocromático (sólido) pode variar do bem claro até o tão escuro que o cão precise ser examinado ao sol para diferenciá-lo de um preto. O tom pode ir de um quente siena a um frio terra queimado. Provavelmente genes modificadores determinam o tom exato que será o vermelho.

Bayshore’s Cappuccino, “Rio”, é um belo filhote vermelho tricolor em transição de pelagem. Os tons mais claros de vermelho estão sendo substituídos pelo vermelho mais rico conforme ele cresce. Os pontos de tan de Rio são em tom mais escuro e frio de vermelho, comparado ao seu corpo. Percebe-se melhor o contraste de cores em seus jarretes. Seu genótipo provável é (a^t a^t bb mm s^is^i).

Rosie é uma menina recém-adotada. Ela é um ótimo exemplo de vermelho tão escuro que poderia ser inicialmente confundido com preto. Entretanto, seu nariz vermelho-fígado a denuncia. Ela é quase vermelha monocromática, mas seu fotógrafo relata que seus pés são brancos. Parece que ela apresenta pontos de tan quase tão escuros quanto a cor de seu corpo. Isto faz de Rosie uma vermelha tricolor muito mínima, se os brancos realmente estiverem lá. Seu genótipo provável é (a^t? bb mm S?).

Esta é Mistretta’s Chaca, uma filhote vermelha muito muito escura tri, com olhos azuis recessivos. Alguns vermelhos podem ser tão escuros que parecem pretos, exceto sob luz muito forte. Note suas patas traseiras – ela apresenta pontos de tan “sujos” (manchas da coloração do corpo sobre eles). Neste caso as manchas são vermelhas em vez de preto.

Este bonitão vermelho escuro tri é Overlands Rojo Mojo, “Mojo”, em fotos de Sandra Shepherd. Ele é tão escuro que mesmo sob o sol parece preto. O seu nariz é num tom excepcionalmente escuro de vermelho-fígado, ainda assim é possível discernir sua cor sob luz intensa. Sob a iluminação doméstica, ou mesmo num dia nublado, ele poderia ser facilmente confundido com preto. Provavelmente este tom tão escuro de seu nariz deva-se a modificadores genéticos, e esta cor é encontrada em antigas linhagens de trabalho. Este tipo escuro de vermelho tende a não desbotar sob o sol tão facilmente quanto os tons mais claros, e alguns não desbotam jamais.

Este é ASCA CH Perennial Ironman of Los Suenos, ASCA & AKC CD, “Mac”, na foto de Alissa Behn. Ele é outro exemplo de vermelho muito muito escuro, que parece preto até mesmo nesta foto ao ar livre. Já que alguns cães pretos sofrem um desbotamento “ferrugem”, os leves brilhos avermelhados de sua pelagem não seriam diagnóstico. Novamente, É necessário conferir a cor de sua pele – nariz e redor dos olhos. Eles são marrom escuro, identificando-o como vermelho escuro, não como preto avermelhado. Seus pontos de tan são muito mais claros e contrastam com sua pelagem escura.

Este cão muito atlético é um monocromático vermelho verdadeiro. Ele não apresenta pontos de tan e nem brancos. Seu genótipo provável é (A? bb mm S?). Ele poderia ser “A-” ou “a^t a^t K-“; teríamos que deduzir qual forma de monocromático estava presente estudando as cores de seus pais e avós. O Lócus K suprime os pontos de tan, se estiverem presentes, criando um cão monocromático.

Esta filhote de Aussie monocromática vermelha é cortesia de Anita. Ela também não apresenta pontos de tan nem brancos. Assim como o vermelho anterior, sem o teste de linhagem não há como saber se ela é “A” ou “a^t a^t K-“. Monocromáticos como esta são mais comuns nas linhagens de trabalho onde não houve seleção ativa de linhagem buscando pontos de tan ou brancos.

Java CGC TDI, pertencente a Dave & Chris Adams, é um vermelho e bronzeado. Ele não apresenta o padrão irlandês. Ele tem um tom mais frio de vermelho e pontos de tan ondulados. Seu genótipo provável é (a^t a^t bb mm S?).

Nash é um belo garoto vermelho bi que apresenta áreas de clareamento por exposição ao sol (foto de Jayne McQuillen). Uma vez trocada esta pelagem, ele será um vermelho escuro uniforme. Nash não é merle, ainda assim tem olhos azuis brilhantes de bebê! Na raça Aussie está presente o gene recessivo que produz olhos azuis em qualquer cão, independentemente do gene merle. Olhos azuis recessivos podem ser inteiramente azuis, como os de Nash, ou geometricamente divididos ao meio. Jamais são marmorizados, como quando ativados somente pelo gene merle. Logicamente, um filhote merle descendente de Nash poderia ter olhos totalmente azuis, como os seus, e você não poderia dizer, apenas olhando-os, se são azuis devido a algum gene recessivo ou pelo efeito merle atuante sobre eles. Seria necessário um teste de linhagem num monocromático portador de olhos azuis recessivos para descobrir.

Este filhote vermelho flamejante tricolor é do canil Kinetic. Sua cor combina com sua atitude audaz, como quando se dirige diretamente para verificar a câmera. Seu padrão irlandês é quase completo. Seus pontos de tan são distintamente mais claros que seu corpo. Seus olhos estão em transição do azul acinzentado para o âmbar. Seu genótipo provável é (a^t a^t bb mm s^i?).