Coloração dos Olhos: Janelas para a Alma dos Aussies

Os padrões de qualificação da raça permitem olhos de qualquer cor, exceto sem pigmentação (albino). Há Aussies com olhos dourados, amarelo limão, âmbar, castanho claro, castanho escuro, verde, laranja e azul. Em cães muito escuros eles podem ser pretos. A íris pode ser monocromática, ter anéis concêntricos de cor, focos de pigmento mais escuro, focos de azul, dividida ou marmorizada com azul. Os dois olhos de um cão nem sempre são da mesma cor, um pode ser pigmentado enquanto o outro for azul, ou ambos podem ser pigmentados, mas em cores diferentes. Olhos azuis não se restringem aos merles; há um gene recessivo na raça que produz olhos azuis ou divididos com azuis, até mesmo em cães monocromáticos. Provavelmente há vários genes que juntos afetam a coloração dos olhos, e não é possível prevê-la, ou planejar cruzamentos com este fim. Genericamente, olhos castanhos são dominantes sobre os mais claros. Provavelmente há relação entre a coloração dos olhos e a da pelagem, já que os filhotes pretos tendem a ter olhos mais escuros que os filhotes vermelhos da mesma cria. Abaixo estão alguns exemplos da extraordinária variedade de coloração dos olhos encontrada nesta raça.

Olhos de Filhote

Como Saber se os Olhos do Filhote Permanecerão Azuis?

Este é um detalhe de uma foto do olho de Austin (UKC/INT’L CH Keepsake Outta My Way), cortesia de Becky Tellalian. Nem todas as divisões geométricas geram metades iguais. O olho de Austin mostra uma bela divisão precisa, com proporção de cores aproximadamente de ¼ castanho e ¾ azul.

Brilho dos Olhos

Ao fundo do olho há uma camada de um pigmento reflexivo, denominada camada coroidal. Esta camada, semelhante a um espelho, absorve luz e permite aos cães enxergar mesmo com iluminação bastante reduzida. Olhos com pigmentação normal refletem uma coloração prata-esverdeado quando expostos à luz intensa. Olhos de menor pigmentação refletem vermelho. Alguns cães apresentam as duas variações.

Este filhote preto Tan tem seis semanas. Seus olhos estão começando a mudar do azul acinzentado escuro de filhotinho para o castanho médio de adulto. Desde o início, a cor azul acinzentada era bastante escura, em comparação com o tom bem mais claro de um cão que manteria olhos azuis. Um cão que irá desenvolver olhos na cor âmbar, terá olhos um pouco mais claros do que estes, mas ainda serão consideravelmente mais escuros do que num cão que terá olhos azuis. Filhotes destinados a ter olhos bem escuros, quase pretos, terão íris num tom azul muito escuro desde o nascimento. Num cão com olhos divididos ou marmorizados, parte da íris é escura como neste filhote, e a área que neste é azul, naquele seria mais clara.

Este é o olho de um preto tri. A íris é âmbar escuro e a camada coroidal bem pigmentada. A reflexão esverdeada é normal na maioria dos cães de raça e canídeos selvagens. Este cão deve enxergar bem sob condições de pouca iluminação. Nenhum cão consegue enxergar na escuridão total, mas podem navegar facilmente sob condições que nos fariam tropeçar em objetos menos definidos.

Este é Riot, a foto é cortesia de Mary Hawley (da Pastores Australianos Windsor). Ele não apresenta qualquer ponto Tan, mas tem generosas áreas brancas, na padronagem irlandesa. Ele deveria ser denominado azul merle e branco. Ele não é totalmente merle, já que possui a marcação branca. Seu genótipo provável é (A? B? Mm s^i s^i). Logicamente, ele também poderia ser homozigótico para o gene supressor da formação dos pontos Tans “K”. Seria necessário conhecer as cores em seu pedigree para determinar se ele é “A?” ou “K”. ambos genótipos são similares, mas sua coloração total é herdada diferentemente.

Esta fêmea, da mesma ninhada, tem olhos que ficarão azuis. Note que o tom de seus olhos é bem mais claro e mais azulado que os do seu irmão, acima. Filhotes com olhos marmorizados tipicamente têm focos ou manchas de azul como esta filhote, com as áreas escuras como aquelas do seu irmão.

Esta imagem foi usada sob permissão de Sandy Cornwell. Estes três filhotes são quase totalmente pretos e a cor de seus olhos, quando adultos, será castanho escuro. Com cinco semanas, suas íris são um tom médio de cinza e gradualmente estão escurecendo. Eles não são azul gelo, como da filhote anterior, cujos olhos permanecerão azuis. Filhotes destinados a ter olhos bastante claros, como âmbar, têm íris em tom de cinza mais claro.

Estas são duas fotos de Shawtowns Frank James, “Frank”, cortesia de Jan Branham. À esquerda, Frank está com sete semanas e seu olho mostra claramente uma diferença de coloração. Neste ponto o quarto escuro é apenas uma mancha indistinta de cinza-marrom escuro sobre um campo azul esverdeado. À direita Frank está adulto com uma divisão sobre um quarto de sua íris, bem distinta.

Variações em Olhos dos Adultos

Marmorizados e Manchados

Se a íris do cão apresenta duas ou mais cores, o termo médico é heterocromia iridis. Se as íris forem diferentes uma da outra (uma azul / outra castanha etc), o termo é heterocromia irides. Termos comuns para íris multicoloridas incluem olhos divididos e marmorizados. Termos comuns para olhos diferentes um do outro incluem olhos ímpares, walleyed (estrábico), olhos de vidro (íris esbranquiçada)… Nos mamíferos domésticos não é incomum ter um olho pigmentado e outro azul. Observa-se isto em cavalos, burros, bovinos, búfalos d’água, gatos, raposas de cativeiro e cães.

Esta Aussie azul merle, pertencente a Melanie Magamoll, tem íris azul celeste claro com um anel índigo em torno de sua pupila. Ela também tem manchas de azul profundo no canto inferior esquerdo do anel índigo. Não se sabe, até hoje, porque alguns Aussies herdam o anel índigo, enquanto outros olhos azuis são uniformemente azulados.

Esta é Princesa, de Mari Flippen, foto de Lyndy Jacob. Princesa tem um par de olhos encantadores, mostrando divisão geométrica muito bem definida. Neste caso a divisão é diagonal. Interessantemente, Princesa tem uma irmã (de pai e mãe) de outra ninhada, que também apresenta olhos divididos. Não sabemos com certeza se isso é hereditário, mas a tendência à divisão em parentes e descendentes sugere que deva ser.

O olho de Jackson é âmbar com marmorizado azul. A área azul clara tem fascinantes estrias de azul intenso próximo à pupila. Seu olho direito é âmbar com semelhantes estrias de âmbar escuro. Jackson é um vermelho merle com modificador redutor que estende o seu colarinho branco cerca de 4 polegadas além do normal.

Hazel tem um marmorizado azul claro em seu olho castanho claro. Às vezes o cão tem os dois olhos marmorizados, às vezes um é marmorizado e o outro não. Este olho mostra uma divisão geométrica, mas note que os limites entre o azul e o castanho são ligeiramente irregulares.

Este é o olho do “mini Aussie” Scrappy. Ele tem um campo azul celeste, o anel índigo e um marmorizado marrom bem escuro no canto superior esquerdo de seu olho.

Nem todas manchas são azuis. Chaps tem um borrão azul na metade castanha de sua íris e uma mancha castanha na metade azul clara! Chaps é neto de Krackers, um Dinamarquês Slyrock.

Este olho impressionante pertence a Bonzer, um azul merle. Sua coloração genética do olho é castanho escuro, mas o efeito merling removeu a pigmentação da maior porção de sua íris. Isto lhe dá impressionantes áreas castanho escuro em meio ao campo azul muito claro. Este é um olho marmorizado muito impressionante!

Zeke tem um marmorizado muito interessante e atraente. A coloração básica de seu olho é âmbar escuro, mas a íris é circundada por um anel castanho mais escuro. O olho é marmorizado em azul (canto esquerdo) e acinzentado (centro inferior). O limite entre o azul e o âmbar escuro é uma mistura muito suave, sem definição.

Blue, um azul merle, tem olhos âmbar escuro. Em ambos ele apresenta um anel âmbar mais escuro contornando a íris e diversos pontos marrons nela.

Vicky é uma merle homozigótica com olhos azuis. Note a ausência de boa parte da íris ao lado direito da pupila. Este desenvolvimento incompleto da íris denomina-se hipoplasia da íris. Isto não é incomum em merles homozigóticos, apesar de poder ocorrer em qualquer cão. Vicky apresenta ausência de partes da íris em ambos os olhos. Ela também apresenta coloboma à posição aproximada de 1 hora em sua íris. Ela tende a fechar mais os olhos à luz forte, já que suas íris não conseguem fechar-se para bloquear este excesso. Ela consegue transitar entre a mobília e brinquedos do jardim sem dificuldade! (Obs do Tradutor: Todo este parágrafo sobre a Vicky estava no pretérito… Provavelmente por ela já ter falecido. Achei melhor colocá-lo no presente.)

Olhos em Cores Sólidas e Olhos Ímpares

Este é Fanfarra, um lindo preto bi com olhos amarelos brilhantes. Íris tão amarelas são mais comuns nos vermelhos. Elas definitivamente atraem a atenção num cão preto. Pesquisas demonstram que os rebanhos respondem mais rapidamente a cães escuros com olhos claros que àqueles com íris mais convencionalmente escuras.

Esta é Willow, as fotos são cortesia de Judy Rolff. Ela é uma red tri com olhos âmbar esverdeado! Olhos verdes são mais freqüentes nos Red e Red merle, muito mais raros nos pretos ou azuis. Adulta, seus olhos mantiveram sua qualidade impressionante, apesar do close-up da íris mostrá-los mais dourado-esverdeados.

Este é Monanee, um Aussie merle sable, a foto é cortesia de Leona Stabler. Seus olhos são num amarelo lobo intenso. Apesar de serem tão claros quanto olhos azuis, nunca se percebeu que ele os fechasse mais à luz intensa. A maioria dos canídeos selvagens têm olhos aproximadamente nesta coloração; é uma cor muito útil ao trabalho. Atualmente Monanee é cão-guia para um rapaz cadeirante, devido ao seu grande porte e desejo de trabalhar.

Tessa, de Mary Fillerup, é um exemplo de azul merle com olhos âmbar bem claros, quase amarelos. Provavelmente seus irmãos vermelhos têm íris até mais amarelas que as suas. Seu olho direito é azul.

As íris de Breezy são só um pouco mais escuras que as de Tessa, e ambas são âmbar brilhante. Breezy é azul merle, e provavelmente qualquer ninhada de vermelhos ou merle vermelhos, como ela, tem filhotes com íris mais amarelas que as suas. No momento não temos fotos de um vermelho ou merle vermelho com olhos amarelo-alaranjados, mas ficaríamos felizes por acrescentar à seção alguma que nos fosse enviada.

Este admirável azul merle é Touchstone Catch Me If U Can, “Tag”, a foto é cortesia de Jane McNee. Ele apresenta suas íris em duas distintas tonalidades de castanho! O olho direito (à esquerda na foto) é castanho médio escuro, e o esquerdo é castanho caramelo, quase tão claro quanto âmbar. Atualmente não se sabe se este é um traço hereditário ou apenas um fenômeno do desenvolvimento fetal. Tag é um belo exemplo do quanto a raça apresenta padrões de pigmentação incomuns, se comparada às demais!

Este adorável azul merle é Mystic (ASCA Ch. Callisto’s Into The Mystic), a primeira foto é cortesia de Gail Karamalegos. Um close-up de seus olhos é mostrado à direita, na foto de Lisa McDonald. Seu olho direito é castanho caramelo, e o esquerdo é castanho mais escuro marmorizado com azul. Gail reporta que ele não tem parentes conhecidos com esta marca. Ela também diz que a coloração diferente não se fez aparente até que as íris começaram a mudar para o castanho, depois do azul acinzentado normal dos filhotinhos. Naquele momento havia uma clara diferença, que tornou-se mais pronunciada quando completou-se a mudança de cor.

Esta adorável vermelho merle é Marley, cuja fotografia é cortesia de Wendy Cushnie, do Canadá. Marley tem olhos castanhos de tons diferentes. Ela apresenta um castanho médio e outro castanho escuro. Novamente, a causa exata desta diferença na cor é desconhecida, porém aceita, mesmo nos shows, como variação normal.

Aqui está uma Linda preta tri chamada Shartooz Tale Ov Love, “Delta”, foto de Josie, da Austrália. Percebe-se um incrível grau de contraste na cor de seus olhos. A presença deste padrão de pigmentação numa não-merle sugere que algum outro fator esteja envolvido na sua produção. Os olhos dos Aussies podem ser de qualquer cor, e ainda estarão dentro da gama normal de variação. Esta é uma variação bastante incomum e fascinante, que é chamativa quando ocorre.

A tendência a ter íris diferentemente pigmentadas é hereditária? Possivelmente. Este é Matches, um vermelho merle pertencente a Kathi Linn. Seu olho direito é amarelo com muitos pontos de pigmentação marrom, e seu olho esquerdo é castanho. Seu filho, Maki, também tem íris castanhas diferenciadas desta forma. De todos casos de heterocromia irides não-azul mostrados, este é o único atualmente conhecido em que o pai gerou cria com o mesmo tipo de olhos.

Este bonitão é CH Howard’s Wanagi Ishna Ghost Eyes, “Indy”. Ele é quase totalmente preto, com apenas poucos pêlos brancos nos dedos e no queixo. Ele é minimamente preto bi. A presença de olhos azuis nem sempre indica um merle. Este tipo de olho azul recessivo pode ser observado tanto em merles como não-merles. Nos Aussies, olhos azuis recessivos como estes são causados por um gene recessivo similar àquele encontrado em Huskies siberianos e Border collies. Olhos azuis recessivos podem ser totalmente azuis como os de Indy, ou ser geometricamente divididos. Este gene não causa marmorização. Realmente não é possível dizer somente pela aparência se um azul merle terá olhos azul sólido ou geometricamente dividido, já que os olhos azuis decorrem de gene recessivo bem como do efeito merling.

Nestas fotos de detalhes dos olhos de Jasper, cortesia de Debbie Brown, aparece a similaridade do padrão de divisão, como em Princesa, aqui mostrados em close-up. Não há mistura das cores nas bordas, e pode-se até conferir a precisão do desenho da linha divisória com uma régua.

Esta é Dix (Redwest’s Dixie-Dog, CGC), de Brenda Hutton, cuja fotografia é cortesia de Camelback Photography. Dix apresenta dois tipos de olhos! Seu olho direito (à esquerda na foto) é marmorizado. Seu olho esquerdo tem divisão geométrica muito precisa. Como em Princesa, sua divisão também é diagonal. Ela é prova de que ambos padrões de olhos podem coexistir no mesmo cão.

Este é Mistretta’s Chaca, um filhote vermelho tri muito escuro com olhos azuis brilhantes, que permanecerão azuis. Em algumas linhagens, incluindo esta, há um gene recessivo que causa olhos azuis independentemente da cor da pelagem e não relacionado ao merling. Estes olhos azuis recessivos são mais surpreendentes em não-merles. Um ou ambos olhos podem ser azuis. Podem até ser geometricamente divididos, mas jamais marmorizados.

Esta é Moonlight’s Witchy Woman, “Boo”, em foto de Mark Raymond. Boo apresenta divisão quase vertical em seu olho direito, divisão muito precisa. Como esta sua íris apresenta cor âmbar médio, o efeito é mais sutil que nos cães anteriormente mostrados, com pigmentação mais castanha de suas íris.

Esta é Belle, fotografada por Bekka Borg. Sua expressão é muito intensa devido à divisão geométrica em seu olho esquerdo. Ela apresenta divisão horizontal com o topo do olho em castanho escuro e a parte inferior em azul claro. Quando ela está sonolenta e suas pálpebras cerram-se parcialmente, parece ter olho azul neste lado. A divisão pode ocorrer em qualquer direção, conforme demonstram todos estes cães.

Esta é Belle, fotografada por Bekka Borg. Sua expressão é muito intensa devido à divisão geométrica em seu olho esquerdo. Ela apresenta divisão horizontal com o topo do olho em castanho escuro e a parte inferior em azul claro. Quando ela está sonolenta e suas pálpebras cerram-se parcialmente, parece ter olho azul neste lado. A divisão pode ocorrer em qualquer direção, conforme demonstram todos estes cães.

Esta é Remuda Bar Nitty Gritty For Topeka, “Grit”, de Susan Beavers, da Inglaterra, fotografada por Linda Whyman. Esta menina espetacular apresenta simultaneamente face e olho divididos geometricamente! Ela também apresenta a cor altamente desejada de nariz: vermelho-fígado bem escuro (representando excelente proteção UV). Curiosamente seu olho dividido ocorre exatamente no mesmo lado que sua face é merlada. Até o momento não se sabe se é o mesmo mecanismo que causa ambos tipos de divisão (face e íris).

Este é um detalhe de uma foto do olho de Austin (UKC/INT’L CH Keepsake Outta My Way), cortesia de Becky Tellalian. Nem todas as divisões geométricas geram metades iguais. O olho de Austin mostra uma bela divisão precisa, com proporção de cores aproximadamente de ¼ castanho e ¾ azul.

Brilho dos Olhos

Ao fundo do olho há uma camada de um pigmento reflexivo, denominada camada coroidal. Esta camada, semelhante a um espelho, absorve luz e permite aos cães enxergar mesmo com iluminação bastante reduzida. Olhos com pigmentação normal refletem uma coloração prata-esverdeado quando expostos à luz intensa. Olhos de menor pigmentação refletem vermelho. Alguns cães apresentam as duas variações.

Este é o olho de um preto tri. A íris é âmbar escuro e a camada coroidal bem pigmentada. A reflexão esverdeada é normal na maioria dos cães de raça e canídeos selvagens. Este cão deve enxergar bem sob condições de pouca iluminação. Nenhum cão consegue enxergar na escuridão total, mas podem navegar facilmente sob condições que nos fariam tropeçar em objetos menos definidos.

Este é outro preto tri cujos olhos brilharam sob o flash. Por estar com a cabeça mais erguida, encarando mais a câmera, o aspecto prata-esverdeado predomina aqui.

Esta vermelha merle tem olhos azuis devido à ação do gene merle, e a camada coroidal foi despigmentada. Sem pigmento para cobrir a camada coroidal, a rede de capilares subcutâneos reflete vermelho sob luz intensa. Um efeito similar ocorre com humanos e cavalos com íris de coloração mais claras. Na prática, a maioria dos cães com olhos azuis com camada coroidal despigmentada enxergam melhor que nós no escuro. Mas provavelmente não enxergam tão bem sob condições mais escuras, como os cães com pigmentação normal da camada coroidal.

Este é CH Watermark’s Harris o’ Fairoaks, “Tweed”, em foto de Kim Monti. Tweed apresenta divisão parcial da face e ambas suas íris mostram redução da pigmentação devido ao merling. Seu olho azul reflete vermelho sob o flash da câmera, devido à despigmentação coroidal decorrente do merling. Seu olho mais castanho também mostra brilho vermelho; nem sempre a íris e a camada coroidal apresentam o mesmo grau de despigmentação pelo merling.